A realidade é a percepção que temos do mundo ao redor.
Dos outros.
Do que pensamos a respeito.
Até do que pensamos a respeito de nós mesmos.
O que é real, o que vc pensa que eu sou?
Esse corpo que respira ao meu lado é algo real.
Ele dorme. Cumpre sua obrigaçao de viver.
Eu o amo.
Love is all we need, not all we are.
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domingo, 6 de fevereiro de 2011
domingo, 23 de maio de 2010
Sobre escrever e amar.

Pensando no meu bem-estar físico e emocional, vim escrever.
Escrever me faz bem. Amar não faz tanto assim.
O problema de amar é que a gente nunca sabe a medida certa entre o amor-próprio e o amor ao outro.
Quando eu quero que o outro me compreenda, ouça também o que eu não digo, me perdoe, me ajude, esteja comigo - talvez eu esteja pondo em campo o amor-próprio, o quanto o outro faz bem para mim e meu bem-estar.
Quando eu digo para o outro que ele tem que ser livre, fazer o que ele acha que deve fazer, o que ele quer fazer, e que eu não posso e nem devo interferir nas escolhas dele. Quando eu desejo a felicidade do outro, mesmo que não seja ao meu lado, talvez esse seja o verdadeiro amor.
O amor-livre é mais feliz! Mas como é raro!
Como será que se encontra esse ponto em comum entre o amor-próprio e o amor livre ao(s) outro(s)?
O mundo seria tão melhor se soubessemos...
Complicado e difícil compreender porque os sentimentos nos colocam em panelas de pressão de vontades inimagináveis. Porque projetamos tanto no outro o que queremos ou sonhamos que ele fosse. Porque exigimos do outro tantas explicações e tanta presença e tanta coisa sem explicação. O amor age, a paixão age, e agimos, pouco sabendo que fim tudo vai levar.
No fim, o importante mesmo é a trajetória que fazemos para chegarmos àquele fim.
Que eu me recupere.
Que o amor seja sempre nosso bem maior, de valor inestimável.
E que a vida minha e a do outro que eu quero comigo, não se transforme em pó.
Amém.
Domingo de muito trabalho e semana feroz pela frente. Será que o amor aguenta? O coração vai pular pra fora do corpo logo, logo.
Pintura de corações muticoloridos de Noemi Carnielli do Prado - direitos autorais.
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amor,
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Noemi Carnielli do Prado
sábado, 1 de maio de 2010
Beijo multimídia
Por: Fabrício Carpinejar - quarta-feira (TWITTER @carpinejar)
FONTE: http://vidabreve.com/uncategorized/1267
Amor ensina o óbvio. É o que eu mais gosto de aprender.
Nem sempre mereço atenção. As crianças têm o direito de serem tolas, por isso são mais sábias.
Minha namorada narrava as diferenças entre o Playstation e o Nintendo Wii e mencionou a expressão device. Eu nunca descobri o significado. No passado, utilizei o termo pela intuição, coitado de quem me ouviu.
— O que é?
— Está brincando?
— Não sei, o que é?
— Para de gozação!
Admiti que conhecia, pois estava ficando chato. Já me sentia um ignorante. Como desconheço device aos 37 anos? Como?
Ela anteviu que tirava sarro dela, que me fingia de burro para que explicasse à toa. Como ninguém quer ser idiota, fica complicado salvar a idiotice alheia.
Eu era burro mesmo. Tentei resolver essa lacuna e abrir espaço para outras ignorâncias. Confesso que careci de coragem para teimar e imprimi uma risada apaziguadora. Soou como brincadeira.
O que me arrebata é a chance de ser puro. Como muitos juram que sou malandro e maquiavélico, arriado e abusado, dificilmente alguém confia na minha limitação. A curiosidade sofre os efeitos colaterais da reputação e não recebe reforço.
De vez em quando, Cínthya esquece quem eu sou para me amar mais. E é minha melhor professora.
Teimei em entrar com uma ameixa em seu carro. Vermelha, lustrosa, com todo o verão dentro. Estávamos atrasados. Costumo comê-la com o rosto inclinado ao chão para derramar o prejuízo no tapete dos pés. Não estudei como destroçaria a fruta em seu carro. Sentei no impulso, traindo minha atitude selvagem e desprezando o encolhimento do espaço.
Dei uma mordida e o sumo escorreu para a calça; ela olhando, limpei. Na segunda investida, já de pernas abertas, o líquido infestou o banco; ela olhando, disfarcei. Quando consegui espirrar no vidro, ela interferiu na operação, não havia como se manter distante. Ou falava ou seu twingo se transformava num liquidificador:
— Vem cá, por que não chupa ao morder?
— Chupar ao morder? Posso?
— Claro, depois que larga os dentes, chupa.
Ela aceitou meu despreparo e contornou o caroço e mordeu e chupou perfeitamente. Engoliu a lasca e o suco. Vi que podia. Pena que não tinha mais ameixas para exercitar.
— Onde aprendeu?
— Em Constantina, sou campeã para não me sujar.
Ainda não perguntei sobre os efeitos colaterais dessa aula. Mas não duvido que não tenha influenciado até minha forma de beijá-la.
FONTE: http://vidabreve.com/uncategorized/1267
Amor ensina o óbvio. É o que eu mais gosto de aprender.
Nem sempre mereço atenção. As crianças têm o direito de serem tolas, por isso são mais sábias.
Minha namorada narrava as diferenças entre o Playstation e o Nintendo Wii e mencionou a expressão device. Eu nunca descobri o significado. No passado, utilizei o termo pela intuição, coitado de quem me ouviu.
— O que é?
— Está brincando?
— Não sei, o que é?
— Para de gozação!
Admiti que conhecia, pois estava ficando chato. Já me sentia um ignorante. Como desconheço device aos 37 anos? Como?
Ela anteviu que tirava sarro dela, que me fingia de burro para que explicasse à toa. Como ninguém quer ser idiota, fica complicado salvar a idiotice alheia.
Eu era burro mesmo. Tentei resolver essa lacuna e abrir espaço para outras ignorâncias. Confesso que careci de coragem para teimar e imprimi uma risada apaziguadora. Soou como brincadeira.
O que me arrebata é a chance de ser puro. Como muitos juram que sou malandro e maquiavélico, arriado e abusado, dificilmente alguém confia na minha limitação. A curiosidade sofre os efeitos colaterais da reputação e não recebe reforço.
De vez em quando, Cínthya esquece quem eu sou para me amar mais. E é minha melhor professora.
Teimei em entrar com uma ameixa em seu carro. Vermelha, lustrosa, com todo o verão dentro. Estávamos atrasados. Costumo comê-la com o rosto inclinado ao chão para derramar o prejuízo no tapete dos pés. Não estudei como destroçaria a fruta em seu carro. Sentei no impulso, traindo minha atitude selvagem e desprezando o encolhimento do espaço.
Dei uma mordida e o sumo escorreu para a calça; ela olhando, limpei. Na segunda investida, já de pernas abertas, o líquido infestou o banco; ela olhando, disfarcei. Quando consegui espirrar no vidro, ela interferiu na operação, não havia como se manter distante. Ou falava ou seu twingo se transformava num liquidificador:
— Vem cá, por que não chupa ao morder?
— Chupar ao morder? Posso?
— Claro, depois que larga os dentes, chupa.
Ela aceitou meu despreparo e contornou o caroço e mordeu e chupou perfeitamente. Engoliu a lasca e o suco. Vi que podia. Pena que não tinha mais ameixas para exercitar.
— Onde aprendeu?
— Em Constantina, sou campeã para não me sujar.
Ainda não perguntei sobre os efeitos colaterais dessa aula. Mas não duvido que não tenha influenciado até minha forma de beijá-la.
terça-feira, 13 de abril de 2010
eu gosto de escrever,


e de viver, e de amar!
e de ler.
Mas ler me cansa muito.
Queria eu ter essa paciência que Jó deixou no livro bíblico.
Mas não sou.
Ainda vou.
Eu gosto mesmo de escrever.
Me escrevo essas cartas
Pra um dia me rever.
Rimar é legal.
Mas prefiro apenas, o escrever.
Borrar a folha, a tela em branco.
Parar de piscar a barrinha incômoda e ansiosa que vejo,
que sou.
dia do beijo - 13 de abril de dois mil e dez.
quero meu beijo.
Mariana Sosnowski.
DESENHO PASTEL by Noemi Carnielli do Prado.
domingo, 21 de março de 2010
gatos vem em "ninhadas" geralmente saudáveis e se viram bem, pra dizer a que vieram ao mundo ;)
miau.
Enquanto eu tomava banho esse post fluía tão naturalmente quanto a água do meu lorenze**** (sem merchan, improváveis) mas agora.. ah, lembrei!
Eles vem em bandos, e eu afirmo (no meu conhecimento empírico marianístico totaaaal) que já adotei indiretamente 6 gatinhos e "as" nos últimos 15 meses. Récorde de audiência pra quem não podia nem pensar em ter um bicho de estimação quando morava com pessoas que não os tolerariam porta adentro.
Tenho dois dogs - meg e tinho, e já tive incontáveis - thanks God! Mas a fase agora é gato, inegável, disparaaado. Primeiro foi a Baleia (da minha irmã maluca-caçula) e seu incansável jeitinho black-magra-bagunceira-esperta de ser. Mas baleia encalhou, morreu :(. Nem um aninho. Mas veio a SORTE, é, a sorte de acharmos a Sorte (dessa vez foi a Amme denovo, vet-maluca-amada). A Sorte tem a personalidadezinha do tamanho da beleza dela, grande, forte, mordidas másculas, e sem colo por favor. Mas linda, líiinda, sempre a vontade de apertar a la Felícia.
Daí veio o ano novo, casa nova, homemate nova, querida, love pets =D. E veio a vontade de ter a minha, a minha que apareceu, e eu não tive neeeem tempo pra pensar direito. Foi bem rápido mesmo (diferente da escolha do nome dela, que finalmente pegou). A SuriCAT Millene Suéllen - Suri é minha mais nova filha preta, nova, linda, sapeca, manhosa e independente. Inclusive se todos os gatos tivessem a autonomia e a independência dessa mocinha, acho que nem um gato, ou pessoa mais sentiria solidão. Ela literalmente se vira direitinho. é meu amorzinho, companhia e diversão pra muuitos momentos.
Mas daí veio um novo amor, umas 2 ou 3 semanas ago. Ah, antes tem a number four - Mima Beatriz, a twix d´árvore do Aleks e do Rafa. Essa também tem uma personalidadezinha de 220 volts, linda, 3 cores, linda, linda, sapeca.
Essa de 3 ou 2 semanas foi na feira de filhotes do supermercado da cidadezinha (não tão inha) - mais uma TwiX! 3 cores - mais uma fêmea. E agora, pra onde ela vai? Pra minha casa ou pra sua? Mãe, pega ela? (eu nãão). Decisão difícil. Beleza, vamos dar pra Marília, ela vai amar (díficil não se apegar), os pais dela vão gostar e pronto - uma Twix fazendo pose no jardim da casa da mãe pra mim! Linda, linda fofa.
Pra terminar, me acometo de uma nova paixão, a 6ª, por uma tigresinha já apelidada de Adana Turquia. Tomara que seu novo dono a aceite, aceite, pois não tem como não amar (eu já ouvi essa frase ;)).
É isso.
15 minutos tá bom pra falar das mimis. Quase manhã. Dormirei, com meu único gato.
Boa noite! Bom dia, boa tarde, é domingo!
que chova =P
PUBLICAR... será (sem releitura 1 2 3)
quarta-feira, 17 de março de 2010
NOTHING REALLY IMPORTANT, but a text loving and worthed!
Passando um bom texto adiante, já que as palavras, faladas ou escritas, depois de soltas, não mais nos pertencem (mas gostaria de dar créditos ao autor, que desconheço):
presente do futuro.
casar.andar de shorts em casa com a bebida na mão. esperar o amor. deitar nosofá descabelado. sorrir pra televisão. ter o dinheiro necessário praviver. ser amado até morrer. pular na cama com a música favorita. riraté doer a barriga de cócegas do amor. acordar com o pé do outro porcima de mim. deitar brigado e acordar com o melhor sexo da vida. beberaté passar mal de rir e planejar a vida. planejar um filho. planejar umapartamento. planejar um momento. viajar com óculos escuros diferentes,pra todo mundo olhar e rir. andar de mãos dadas na rua. achar umpresente surpresa na gaveta de cuecas. levantar de madrugada etropeçar, cair e levantar com a mão alheia. ficar em casa de dia, semcamisa, esperando o sol baixar. dar banho de espuma e rir. rir. rir.chorar. deitar pra ver as estrelas, sentir o pé roçar, levantar oouvido e ganhar o presente; toma, isto é o máximo que eu posso amar.
(remember me him, my M)
presente do futuro.
casar.andar de shorts em casa com a bebida na mão. esperar o amor. deitar nosofá descabelado. sorrir pra televisão. ter o dinheiro necessário praviver. ser amado até morrer. pular na cama com a música favorita. riraté doer a barriga de cócegas do amor. acordar com o pé do outro porcima de mim. deitar brigado e acordar com o melhor sexo da vida. beberaté passar mal de rir e planejar a vida. planejar um filho. planejar umapartamento. planejar um momento. viajar com óculos escuros diferentes,pra todo mundo olhar e rir. andar de mãos dadas na rua. achar umpresente surpresa na gaveta de cuecas. levantar de madrugada etropeçar, cair e levantar com a mão alheia. ficar em casa de dia, semcamisa, esperando o sol baixar. dar banho de espuma e rir. rir. rir.chorar. deitar pra ver as estrelas, sentir o pé roçar, levantar oouvido e ganhar o presente; toma, isto é o máximo que eu posso amar.
(remember me him, my M)
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